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Eventos e WordPress

Após a gravação de mais um episódio, percebo o quão legal é acordar cedo todas as terças-feiras para produzir conteúdo. As vezes não damos valor para as pequenas coisas da vida, então me peguei hoje me sentindo orgulhoso e agradecido. O Mercado WP é uma iniciativa de marketing mas também é uma tentativa de evangelizar uma ferramenta que eu tanto gosto de trabalhar. Acho que quando estamos apaixonados e envolvidos por alguma coisa, fazemos de tudo para aplicar nosso melhor naquilo.

Enfim, sem mais enrolação, você sabia que é possível construir sites de eventos inteiramente com o WordPress? E até é possível vender os tickets de forma online? No episódio dessa semana, discorremos por alguns cases da Xdevs e da empresa do meu amigo Cristiano Santos, a Kamus e compartilhamos dicas e insights para os empresários que pretendem apoiar seus eventos na plataforma.

Confere lá, não deixe de curtir, compartilhar, comentar e se increver em nosso canal!

E-Commerce com WordPress: uma breve introdução

Como já esta virando rotina, toda quarta eu apareço para anunciar um novo episódio do MercadoWP. E no episódio dessa semana, resolvemos aprofundar um pouco mais no desafio que o empresário poderá enfrentar ao decidir levar sua operação offline para o online.

Os benefícios de ampliar sua operação através da Internet são inúmeros. O pensamento é semelhante ao de abrir uma nova filial, porém os desafios também são diferentes e é preciso se adaptar para atender a demanda crescente de consumidores exigentes. No vídeo conseguimos trazer alguns exemplos de experiências com clientes e vários insights para te ajudar no dia-a-dia.

Confere lá, não deixe de curtir, compartilhar e comentar!

Falamos de cursos online e da era do conhecimento

Vivemos uma grande época e isso me deixa muito empolgado. A época do compartilhamento de conhecimento. Como sou muito curioso e adoro aprender, preciso da ajuda da dona Rê pra manter meu foco e direcionar meus estudos para os nossos objetivos pessoais e da empresa. Mas se eu pudesse, passaria os dias aprendendo coisas online, mesmo que não fosse de uso prático.

Hoje, é muito mais fácil fazer com que as pontas se conectem para trocar conhecimento: aqueles que tem algum domínio específico com os quem tem interesse de aprender. E a razão disso é o avanço da tecnologia e a facilidade de uso das plataformas.

Uma das plataformas que mais ajudam a realizar esse processo é o meu querido WordPress. E no episódio dessa semana, meu amigo Cristiano Santos e eu falamos de cases de cursos offline e online que fazem uso do WordPress para levar sua mensagem a seu público. Confere lá, não deixe de curtir, compartilhar e comentar!

Sobre o Mercado WordPress e projetos paralelos

A noite é chuvosa, o som é Bill Evans e infelizmente, o vinho acabou. Mas excitação de iniciar um novo projeto esta muito vívida. Após 4 tentativas de gravação pela internet, hoje finalmente lançamos o primeiro episódio de um projeto muito desejado por meu amigo Cristiano Santos e eu: o Mercado WordPress.

Após 14 anos de existência, o sistema finalmente chega em sua versão 4.8 (apelidada de “Evans”, em homenagem ao pianista compositor de jazz já mencionado no início do artigo). Essa versão traz algumas novidades importantes na gestão de Widgets, que torna a vida dos editores de conteúdo do mundo inteiro muito mais fácil.

Pretendemos levar ao público deste vlog semanal temas que nos rodeiam diariamente, relacionados a negócios que rodam em cima do nosso amado CMS, o WordPress. Neste episódio abordamos as novidades da versão e também os cuidados que devemos ter ao atualizar o WordPress e seus plugins.

Sem mais delongas, confere aqui embaixo no player, e não deixa de visitar nosso site em MercadoWP.com.br.

Diversidade e comportamentos

10 de Abril – São Gonçalo – Rio de Janeiro

Nessa jornada empreendedora eu já atendi clientes dos 4 cantos do globo. É muito interessante ter de lidar com as mais variadas culturas, meios de se comunicar, idiomas (o Inglês é o padrão mas as vezes preciso usar o Espanhol) e costumes distintos. Essa diversidade tem me ajudado a entender mais o ser humano, um dos meus grandes interesses aqui no planeta. Entender melhor o outro, aceitar a diversidade de pensamentos, oferecer valor para sociedade, são atividades que venho buscando aprimoramento contínuo.

De todo modo, por mais distinto que o ser humano seja em cada canto do globo, seu cerne permanece semelhante. É interessante observar a gentileza, a satisfação, a preocupação, e quando algo dá errado, o descontentamento. Você pode falar cantônes, mas seu comportamento tende a ser igual a um americano habitante do Caribe.

O que torna mais desafiador para a minha geração é lidar com a velocidade e praticidade das gerações anteriores e posteriores. Minha geração é aquela dos anos 80/90, ou seja, estou entre aqueles que acompanharam a transformação do mundo pela tecnologia e se adaptaram, um pouco mais distante da geraçao dos meus pais, e talvez um pouco mais próximo dos jovens que já nasceram com muitas das coisas que utilizamos hoje.

Se a nova geração é bastante prática, direta e versátil, a anterior ainda segue seu próprio ritmo, e é preciso aceitar e buscar o equilíbrio nas relações. O fato é que os fundamentos tendem a permanecer os mesmos e cabe a nós (dessa geração do meio) buscar a ponte entre eles. Levar mais praticidade para os antigos, mais parcimônia para os modernos. Pelo menos é isso que eu tento fazer.

Enfim, toda essa ladainha é para dizer que amanhã terei mais uma reunião presencial, em outra cidade. Sempre que preciso sair do conforto da minha casa, todos esses questionamentos me vem a cabeça, como versatilidade, praticidade, etc. Mas como disse, é preciso buscar o equilíbrio, e trabalhar as questões sempre mostrando o lado positivo de se poupar tempo e dinheiro, evitando deslocamentos desnecessários.

Por enquanto é isso, até mais.

Hábitos, processos e progresso

9 de abril – São Gonçalo – Rio de Janeiro

Opa, tudo bem? Desculpe a poeira, mas é que eu estou voltando. Tem muita coisa acontecendo na minha vida e eu sinto que é o momento de tomar nota, tanto para me ajudar a refletir durante a caminhada quanto para buscar uma reflexão mais aprofundada.

E nada melhor do que voltar a escrever. Deve ser a enésima vez que tento criar esse hábito, mas não me envergonho de assumir ter falhado todas as vezes anteriores. Escrever é uma atividade que me dá prazer, me faz refletir, mas que não se tornou um hábito em minha vida. Como eu acredito que hábitos são apenas repetições naturais do nosso dia-a-dia, vou novamente tentar tornar essa atividade prazerosa em um hábito.

Dito isso, meu compromisso até o dia 31/12/2017 será publicar um artigo por dia neste humilde espaço. Faça chuva ou faça sol, tendo conexão ou não, inspiração ou não, eu estarei por aqui, compartilhando minhas maluquices. O processo que eu decidi adotar para moldar esse novo hábito é o seguinte: após o final do dia, por volta de 20h, irei consolidar minha rotina produzindo um artigo com algum assunto que esteja me atazanando.

O que desejo obter ao final desse projeto é possuir a naturalidade de me expressar via texto e audio (??). Afinal, todo empresário que se preze precisa saber vender seu peixe muito bem. Considero essa atividade como uma das mais básicas no amadurecimento empresarial. E não é só isso. Saber comunicar-se bem obviamente também melhora uma das grandes deficiências da humanidade que é saber ouvir. Imagina a quantidade de conflitos evitados se as pessoas se esforçassem para ouvir e comunicar melhor?

Ah sim, tem dia que não vai ter um texto tão elaborado porque eu pretendo gravar audio mesmo. Quero voltar a praticar outra paixão do passado, podcast! Sempre fui fã de rádio, e com a chegada da internet eu virei fã de podcast naturalmente. Já tive alguns, já participei de outros, e nos últimos 5 anos estacionei no lado consumidor. Agora pretendo retomar a produção de podcasts, sem um formato definido ainda. Vamos ver que bicho que dá.

No mais é isso, sigo focado em construir minha empresa ao lado de minha sócia preferida (a minha esposa), gerando valor a nossos clientes, aprendendo e melhorando dia após dia. Esse é o espírito que nos guia para alcançarmos nossa meta anual. Sim, temos meta! Espero contar com seus pitacos por aqui também. Se você estiver lendo essas linhas, é porque você é meu amigo e tem total liberdade para opinar.

Te vejo por aí.

Amor de filho

Nota: esta é uma republicação de um texto publicado em 3 de julho de 2014, data da despedida do meu amigo Roger.

Escrevo esse texto enquanto viajo para realizar uma das missões mais difíceis da minha curta vida. Após conviver por 7 anos com ele, é chegada a hora da despedida. E eu que me considero um cara diferente, meio desapegado demais até, sinto uma pontada dolorida dentro do meu coração. Pode soar frio o que vou dizer, mas nunca sonhei em ser pai. Porém admiro todos os pais e mães que conheço.

Há 7 anos atrás tive a honra de recebê-lo em minha vida. Com cerca de 10 cm, seus primeiros dias comigo foram muito intensos. Praticamente não dormia e eu acompanhava seu ritmo. Foi a experiência mais próxima de paternidade que eu tive. Sim, fui pai do Roger, meu Rottweiler. Vivemos juntos por bons anos até eu sair da casa dos meus pais. Acompanhei seu crescimento e juventude. Dizem que os cães adquirem um pouco da personalidade dos donos, e eu me via muito nele, desde cedo tão ranzinza e carinhoso a seu modo. Tão parecido que assumiu meu lugar na casa. Minha mãe que nunca fora apegada aceitou amá-lo verdadeiramente. Mas como não amar seres tão especiais como esses?

Tão humano quanto pode ser, foi acometido pela mais graves das doenças. O câncer é capaz de punir mesmo quem não merece. Passei por isso no falecimento da minha avó paterna, pessoa das mais guerreiras e generosas que conheci na vida.

Quando cheguei em casa, ele já não tinha mais forças para levantar. Pedia-me com seus olhos cansados para encerrar aquela dor que sentia. E eu como seu pai, aceitei essa ingrata missão. O acompanhei até o último respiro. Ele agora descansa em outro plano, espero eu que sem sofrimento. A vida é curta, frágil e sua partida me faz lembrar isso.

Portanto amigos, ame seus pais, companheiros, amigos e bichos o máximo que puderem. Ninguém esta preparado para a morte e ela é a única coisa certa que nos reserva aqui nesse planeta.

É dando que se recebe

Desde que eu me entendo por gente, ouço a frase do título deste pensamento, mas nunca parei para avaliar seu real significado e os efeitos que essa palavra poderia gerar. Hoje, aos 31 anos, posso olhar pra trás e concluir que se cheguei ao lugar que estou, foi porque desenvolvi e deixei fluir a habilidade da contribuição. E com essa breve introdução, espero compartilhar com vocês nas próximas linhas alguns insights sobre compartilhamento e seus benefícios.

Vamos pegar alguns significados da palavra “dar”, que vem do latim dare:

  1. Ceder gratuitamente (ex.: dar um brinquedo).
  2. Entregar como presente (ex.: não dou mais panelas a ninguém). = OFERECER, PRESENTEAR ≠ RECEBER
  3. Fazer doação de. = DOAR
  4. Passar para a posse ou para a mãos de (ex.: já demos a procuração ao advogado). = CONCEDER, CONFERIR, ENTREGAR, OUTORGAR ≠ TIRAR
  5. Tornar disponível (ex.: deram mais uma oportunidade ao candidato; dar uma ajuda; dar atenção). = CONCEDER, PROPICIAR, PROPORCIONAR ≠ RECUSAR
  6. Distribuir (ex.: dar cartas).

Fonte: Priberam

No site citado você poderá conhecer todos os significados correlatos da palavra “dar”. Podemos concluir como ponto principal em comum entre os significados é que a ação de dar necessariamente determina o estabelecimento da relação de no mínimo duas pessoas: a primeira passa a frente algo  a uma outra pessoa. Esta simples ação foi responsável por transformar tudo que conhecemos até hoje, e continua transformando.

Nós seres humanos somos naturalmente compartilhadores e sociáveis. Seja por uma natureza altruísta, seja por estratégia de negócio ou por algum fator emocional, tendemos a dar coisas ou conhecimento a outros seres humanos. E as transformações geradas por esse ato são muitas, vejam:

  1. Ao fornecer conhecimento gratuitamente, você corre o risco de se tornar referência e autoridade em algum nicho;
  2. Ao doar seu tempo a alguma instituição de caridade, você pode ajudar outras pessoas e se sentir melhor consigo mesmo;
  3. Ao dar itens materais básicos a quem precisa, você poderá causar impacto na vida de outras pessoas e ajudar a melhorar sua comunidade;
  4. Ao se dedicar mais como pai ou mãe ao invés de focar 100% na “carreira” e delegar a criação dos seus filhos a escola / empregada doméstica, você estará oferecendo ao mundo um ser humano melhor.

Limitei a apenas 4 exemplos para que sua imaginação possa fluir. Mas eu só consigo enxergar benefícios no ato de dar, de compartilhar.

Aproveitando este tema, eu faço parte da comunidade carioca de usuários do sistema WordPress. Nessa comunidade, qualquer pessoa pode compartilhar seu conhecimento com outros usuários em eventos conhecidos como “Meetups”. O meu amigo Cristiano Santos publicou um manual de como você pode palestrar nesses eventos. Você pode saber mais clicando aqui.

Para concluir, eu penso que dar é como guiar uma criança pela mão. É levar algo ou alguém de um ponto A até um ponto B. É ser proativo. É transformar e causar impacto. Por isso te convido a iniciar sua caminhada da contribuição. Pode ser qualquer coisa, qualquer conteúdo, para qualquer público. O que importa mesmo é sair da sua zona de conforto e se colocar como contribuidor de algo, e não mais como um mero expectador.

Crédito da imagem: Unplash

Missão de vida

Este artigo marca o retorno deste blog pessoal, que tem sido meu espaço há muitos anos. Venho utilizando esta pequena ilha pra compartilhar minhas visões e pensamentos acerca do mundo, mas principalmente para aprender muito com as opiniões das pessoas que por ventura chegam até aqui. E este retorno também marca mais um ciclo de reinício em minha vida, algo que tem sido frequente nos últimos anos.

Seria míope da minha parte enxergar a existência desses ciclos como algo ruim, como fracassos ou coisa do tipo. Faz tempo que eu amadureci quanto a essa visão. Se em minha adolescência eu não tinha a capacidade de concluir ciclos bem desenvolvida, nos últimos 10 anos acredito que evoluí nesse quesito. E hoje posso afirmar que os últimos 4 ou cinco ciclos me trouxeram bastante sabedoria em relação a quem eu sou e a minha missão de vida. Independente dos resultados palpáveis.

Não vou me ater a contar a minha curta história de vida neste post, pois podemos falar disso em outro momento, em uma mesa de bar ou em um café. Quero chamar atenção para o que mencionei na última linha do parágrafo anterior, sobre o tema “missão de vida”. Este tema não é algo discutido em nenhum nível do sistema de ensino, muito menos na maioria dos lares brasileiros (não vou levar em consideração os famosos testes vocacionais do ensino médio, ok?). Mas é algo tão importante que eu penso que deveríamos abordar de forma mais profunda com nossos filhos e entes queridos.

Devido ao fato de sermos lançados ao mar da vida para validar as suposições de outros (geralmente os pais), vivemos situações e condições que não escolhemos, ano após ano. Simplesmente vamos levando. O que não foi o meu caso, pois tive uma criação bastante aberta e pude ter total autonomia e incentivo para decidir o meu caminho. Mas isso não significa que não tive dificuldades em encontrá-lo, considerando ter passado 10 anos validando hipóteses. A minha sorte foi ter rapidamente entendido que o modelo do sistema vigente não era pra mim.

Quando percebi isso, me lancei ao incerto e busquei desenvolver habilidades que me deixaram mais autônomo e consciente. Ainda assim, nos últimos 2 anos, acreditei que poderia empreender dentro de Startups, como um colaborador. Essa experiência me ajudou a concluir que realmente essa posição não é pra mim. Eu preciso estar no controle das minhas empreitadas, testando hipóteses e validando os resultados por mim mesmo. Isso pode soar egoísta, mas não me entenda mal. Essa vontade de colocar em prática as ideias e projetos é algo tão forte, que chega a ser incontrolável. E quando eu me pego não fazendo algo em prol dos meus projetos, tudo parece não estar certo. Concluí que eu preciso deixar essa energia acontecer pra fora de mim, para eu ter mais paz de espírito.

Entre outros assuntos de desenvolvimento pessoal, durante o ano eu pretendo abordar mais sobre essa temática aqui neste blog. O fato de ter um enteado de 15 anos e estar aprendendo bastante com o crescimento dele tem me inspirado a pesquisar sobre o assunto. Procurarei compartilhar minhas observações e descobertas aqui, como sempre. Também estou preparando meu podcast em que pretendo conversar como as pessoas hackearam seu status quo e decidiram fazer o que desejam nas suas próprias vidas.

Se você quiser compartilhar sua história comigo para incentivar e inspirar outras pessoas, ficarei muito feliz em te conhecer.

Em busca da verdade

Sempre ouço dizer que terminar ciclos em qualquer empreitada com início, meio e fim bem definidos é mais importante do que ter uma grande sacada. Eu concordo com esse pensamento porque ao alcançar o fim de um ciclo, você certamente teve que passar por um processo de aprendizado intenso. O resultado da empreitada é mero detalhe. Acredito piamente que o que vale mesmo é a estrada percorrida.

Chego agora aos 30 anos e me sinto mais uma vez no início de uma nova empreitada. A diferença agora é que a visão dos objetivos que minha família e eu traçamos é mais límpida, talvez pela sabedoria que a idade vai adicionando na gente. Isso não acontece quando somos jovens, onde somos inseridos em um sistema que não nos permite observar de forao mundo. Como bem diz o amigo Vinícius Teles, naturalmente somos jogados no fluxo contínuo que o sistema nos “impõe”. Aquele fluxo de escola > faculdade> carro > casamento > filhos, não necessariamente nessa mesma ordem. E quando vemos, não conseguimos realizar os desejos que nutrimos, ou nem mesmo conseguimos amadurecer tais desejos. Simplesmente porque entramos no flow e navegamos por ele até a “aposentadoria”, quando aí sim iremos “aproveitar a vida”.

Não que isso seja o pior dos mundos, longe disso. Conheço muitas pessoas que são felizes dentro desse modelo “tradicional”. Entendo que o problema dessa equação seja eu, que não me enquadrei e vivo buscando o aperfeiçoamento do meu modelo, a minha verdade. Para amadurecer essas ideias, busco conversar e trocar com pares que passam pelos mesmos desafios que eu estou passando. Um deles, o amigo Henrique Bastos, compartilhou ontem um artigo muito bom sobre o desafio em selecionar as boas  oportunidades e se afastar das distrações.  Vale a leitura!

E buscando inspiração nos insights dos amigos Henrique e Vinícius, do primo Vitor Wilher, da esposa, entre outros pares que me relaciono pela web, sigo buscando meu modelo, adaptando e aperfeiçoando o que funciona e o que não funciona pra mim. A diferença agora é que tenho mais sabedoria para avaliar melhor as oportunidades.

O fato é que chegou a hora de encerrar mais um ciclo e iniciar um novo, em que já não se terceiriza mais seu futuro, em que você é ator de sua vida, full time, all time. Por mais natural que essa frase possa parecer, raramente atuamos como ator de nossas vidas. Mas no final das contas, essa é só a minha verdade. O que vale pra mim pode não valer pra você. Mas se você tiver algo pra adicionar de construtivo nesse debate, deixe-me saber. Vou adorar trocar uma ideia contigo.